Professores terão férias, mais o adicional só depois da Copa

Foto: Mário Sérgio, Secretário Jurídico do Sindsems.

Com o evento especial da Copa foi alterado o calendário letivo e consequentemente o calendário das férias dos professores.

Por Ocleciano Marçal

As informações iniciais dão conta que os professores da rede municipal de ensino de Sobral, estão na bronca com o secretário Júlio César Alexandre, isso porque o gestor poderá não efetuar o pagamento de um terço das férias coletivas dos servidores, que deveria ser incluída na folha de pagamento de junho, e só deverá ser pago em julho como costumeiramente era creditado, ou seja, só depois da Copa, no retorno das atividades dos professores.

 

De acordo com as informações da secretaria da gestão, devido o reajuste de salário anunciado em abril ter sido parcelado os efeitos financeiros em abril e maio, a prefeitura estaria encontrando dificuldade em também antecipar para junho o terço de férias dos professores costumeiramente pago no mês de julho. Tudo para não comprometer o seu orçamento e infringir a lei de responsabilidade fiscal.

 

Isso porque o restante do funcionalismo municipal que terá férias em junho recebe o pagamento do adicional de férias, juntamente com os vencimentos de maio que teve um volume significante com o parcelamento incluso.

 

Considerando o volume de 1.104 professores que recebem as férias coletivas em julho agora especialmente antecipado para junho é muito superior ao restante dos outros meses do ano e também em comparação aos demais profissionais do município. Informou a secretaria da gestão.

 

Para o secretario Jurídico do Sindsems, Mário Sérgio, “Ao recebermos pela nossa conta da rede social facebook, denúncias de insatisfações dos professores pela medida adotada pela gestão de educação, protocolamos requerimento solicitando esclarecimento formal do Conselho Municipal de Educação e do Fundeb, quanto à devida resolução adotada”. Reclamou.

 

Contudo, os sindicalistas acreditam que o município possa reaver sua posição e empreender esforços para garantir o adicional de 1/3 de férias dos professores no tempo hábil, para garantir as condições necessárias de um gozo pleno do direito.

 

Com informações da assessoria de comunicação do Sindsems.

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